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Operação Vassalos: PF cumpre mandados em Vitória da Conquista e investiga empresário ligado a ex-senador

Ação autorizada pelo STF teve como um dos alvos o empresário que atua em Vitória da Conquista.

Publicado em 27/02/2026 - às 20:36
Por Redação | Jornal Conquista

Na última quarta-feira (25), a Polícia Federal deflagrou a Operação Vassalos e cumpriu 42 mandados de busca e apreensão em diferentes cidades do país, incluindo Vitória da Conquista. A ação investiga um suposto esquema de desvio de mais de R$ 70 milhões em recursos públicos.

Entre os alvos estão o ex-senador Fernando Bezerra Coelho e o empresário Carlos Alberto Coelho Oliveira Neto, sobrinho do ex-parlamentar.

Segundo informações divulgadas pelo portal g1, o empresário é apontado nas investigações como uma das peças do suposto esquema. Segundo apurado, ele mantinha conta conjunta com Fernando Filho, realizou movimentações financeiras em espécie e é suspeito de atuar como “laranja” para ocultar a origem e o destino dos recursos investigados.

Durante a operação, a PF teria apreendido, na residência do empresário, cerca de R$ 1,2 milhão em espécie, escondidos em um cooler e em uma mala dentro de um veículo na garagem, além de três celulares, joias e relógios.

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, diante de indícios colhidos no curso das apurações. De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro. As investigações seguem sob sigilo judicial.

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Operação da Polícia Federal mira grupo suspeito de furtos a caixas eletrônicos em Vitória da Conquista

Investigação aponta que o grupo atuou em agências da Caixa em Vitória da Conquista e em outras cidades baianas.

Publicado em 13/01/2026 - às 19:12
Por Redação | Jornal Conquista

Nesta terça-feira (13), a Polícia Federal deflagrou a Operação Furvus, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em furtos a terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal, com atuação em Vitória da Conquista e outras regiões do Brasil.

As investigações apontam que os criminosos eram sediados em São Paulo e se deslocavam para diferentes estados com o objetivo de praticar os furtos.

As apurações revelaram que os suspeitos utilizavam um dispositivo conhecido como “jacaré”, usado para retirar envelopes com dinheiro e cheques dos terminais de autoatendimento após a simulação de depósitos. A Polícia Federal informou que os envolvidos possuem ficha criminal por crimes semelhantes.

Durante a operação, estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão e bloqueio de bens. Todas as diligências acontecem no estado de São Paulo. Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa e furto qualificado.

Na Bahia, além de Vitória da Conquista, foram identificados ataques em agências de Camaçari, Lauro de Freitas, Feira de Santana e Poções.

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Vitória da Conquista é alvo de operação da PF contra associação criminosa especializada em fraudes bancárias

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, medidas cautelares e um mandado de prisão preventiva em Vitória da Conquista e Salvador.

Publicado em 13/11/2025 - às 16:24
Por Redação | Jornal Conquista

Nesta quinta-feira (13), a Polícia Federal deflagrou a Operação Worms 2 – “Não Seja um Laranja”, que cumpriu mandados de busca e apreensão e medidas cautelares em Vitória da Conquista e Salvador. A ação teve com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro.

De acordo com as investigações, o grupo utilizava contas de terceiros, conhecidos como “laranjas” para movimentar valores ilícitos provenientes de golpes contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras.

A ação contou com o apoio da Justiça Federal e faz parte da Força-Tarefa Tentáculos, iniciativa que conta com a cooperação entre órgãos de segurança, bancos e instituições financeiras no combate às fraudes eletrônicas.

As investigações, iniciadas a partir das operações Worms e Não Seja Um Laranja, deflagradas em 2022, identificaram que o grupo possuía um esquema de lavagem de dinheiro, utilizando instituições de pagamento, plataformas de apostas online e criptoativos para ocultar a origem do dinheiro.

Relatórios de inteligência financeira indicam movimentações superiores a R$ 6,9 milhões entre 2023 e 2024. Parte dos recursos, segundo a PF, pode ter ligação com o tráfico de drogas, o que amplia o alcance das investigações.

Além das diligências, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros dos suspeitos, com o objetivo de enfraquecer a estrutura financeira da organização criminosa.

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Polícia Federal investiga fraude contra o INSS que teve origem em Vitória da Conquista

Dinheiro desviado foi transferido para contas no Paraná.

Publicado em 10/11/2025 - às 16:34
Por Redação | Jornal Conquista

Na última quinta-feira (6), a Polícia Federal deflagrou a Operação Damper, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro vinculado a uma fraude contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As investigações tiveram início a partir de um golpe aplicado em Vitória da Conquista.

Segundo a Polícia, o caso começou em 2022, quando um benefício previdenciário foi acessado de forma irregular, resultando na liberação indevida de mais de 60 mil reais em valores retroativos.

O dinheiro foi depositado na conta de um morador de Cambé, no Paraná e, em seguida, transferido para outras duas pessoas da região de Londrina. De acordo com as investigações, duas pessoas já possuíam histórico de participação em operações de movimentações financeiras ilícitas.

As transações analisadas apontam tentativas de ocultar a origem dos recursos, o que caracteriza indícios de lavagem de dinheiro. A operação tem como objetivo interromper o esquema e reunir provas para o andamento do processo.

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Brasil busca extradição de contrabandista argentino; operação começou em Vitória da Conquista

Diego Hernan Dirísio, conhecido como “mestre das armas”, é apontado pela Polícia Federal como o maior contrabandista da América do Sul.

Publicado em 04/11/2025 - às 14:12
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Divulgação.

A investigação que levou à prisão do argentino Diego Hernan Dirísio, conhecido como “mestre das armas”, teve início em Vitória da Conquista em 2020. Segundo a Polícia Federal, o suspeito é apontado como o maior contrabandista de armamentos da América do Sul.

Em março daquele ano, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um arsenal de armas, carregamentos e drogas em uma carreta na BR-116. Dentro do veículo, um casal transportava 34 pistolas tchecas e duas croatas, fato que chamou a atenção pela origem e quantidade do armamento.

A partir dessa apreensão, o Ministério Público Federal (MPF) iniciou uma investigação que apontou o argentino como principal fornecedor de armamentos para facções criminosas brasileiras, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

O contrabandista e sua esposa, Julieta Vanessa Nardi Aranda, de 41 anos, foram alvos da Operação Dakovo, deflagrada pela PF em 5 de dezembro de 2023. Ambos foram presos em 2 de fevereiro de 2024, na Argentina, onde permanecem detidos.

A Justiça Federal da Bahia solicitou a extradição do casal para que respondam pelos crimes no Brasil, mas o pedido ainda está sob análise na Suprema Corte da Argentina. Enquanto o processo não é concluído, a 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia marcou uma audiência online para o dia 25 de novembro, a fim de colher depoimentos e realizar o interrogatório dos réus.

De acordo com as investigações, Diego Hernan Dirísio era proprietário de uma importadora sediada no Paraguai, responsável por adquirir armas do leste europeu e revendê-las por meio de empresas de fachada. O esquema movimentou cerca de R$ 1,2 bilhão em três anos.

A defesa dos acusados contesta a realização da audiência, alegando que ela fere os princípios da soberania nacional e do devido processo legal, uma vez que o processo de extradição segue pendente e as autoridades argentinas já haviam negado o cumprimento de uma carta rogatória anterior.

👉 Saiba mais: Réu é condenado por tráfico internacional de armas após ação em Vitória da Conquista


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PF e CGU desvendam esquema de desvio de R$ 12 milhões em Poções; prefeita e outros políticos são investigados

Operação cumpriu mandados em quatro cidades baianas, incluindo Vitória da Conquista, e apura fraudes em contratos de terceirização com recursos da saúde, educação e assistência social.

Publicado em 23/10/2025 - às 17:10
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Reprodução.

Uma operação conjunta da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU) revelou um esquema de desvio e lavagem de recursos públicos federais repassados à Prefeitura de Poções, no sudoeste da Bahia. O prejuízo estimado supera R$ 12 milhões, segundo as investigações.

As equipes cumpriram 25 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (23) em Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista. Entre os investigados estão a prefeita de Poções, Dona Nilda (PCdoB), o prefeito de Encruzilhada, Dr. Pedrinho (PCdoB) e o ex-prefeito de Poções, Otto Wagner de Magalhães, que foi preso por posse ilegal de arma.

De acordo com a PF, o grupo utilizava empresas de fachada e familiares como intermediários para movimentar valores oriundos de contratos irregulares de terceirização. Os recursos vinham de fundos federais da educação, saúde e assistência social, e os contratos apresentavam serviços fictícios, preços superfaturados e ausência de estudos técnicos.

As investigações apontam para uma organização criminosa estruturada, com ocultação de patrimônio e movimentações bancárias incompatíveis com a renda declarada. Os suspeitos poderão responder por peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, crimes trabalhistas e organização criminosa.

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Mulher é resgatada após décadas de exploração doméstica em Vitória da Conquista; caso semelhante foi registrado em Poções

Ações contaram com o apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Defensoria Pública da União (DPU) e da Polícia Federal (PF).

Publicado em 15/09/2025 - às 15:20
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: GOV.BR.

Na última quinta-feira (11), a Inspeção do Trabalho resgatou uma trabalhadora doméstica em situação análoga à escravidão durante ações de fiscalização realizadas no município de Vitória da Conquista. Situação semelhante aconteceu também na cidade de Poções, no mês de maio deste ano.

A operação foi coordenada pela Auditoria-Fiscal do Trabalho, com apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Defensoria Pública da União (DPU) e da Polícia Federal (PF).

Em Vitória da Conquista, uma mulher de 46 anos foi resgatada. Ela havia sido entregue à empregadora ainda na infância e cumpria jornada exaustiva e de total disponibilidade para a família, sem receber nenhum tipo de salário ou benefícios.

Além das tarefas domésticas, a vítima também era obrigada a produzir comidas, doces e salgados para uma lanchonete anexa à casa, onde atuava no atendimento ao público e na limpeza, configurando uma dupla jornada de trabalho sem remuneração.

Foi marcada uma audiência com os empregadores para a próxima terça-feira (23), às 16h, para tratar dos pagamentos devidos.

Em maio deste ano, no município de Poções, os fiscais encontraram uma situação ainda mais grave. Uma idosa de 86 anos foi resgatada após mais de 70 anos de exploração. Assim como no primeiro caso, ela também havia sido entregue à família empregadora ainda criança e desde então viveu em regime de disponibilidade integral.

A vítima não podia sair desacompanhada e foi privada de convívio social por décadas, além de ser analfabeta. A empregadora é médica do trabalho e dona de uma clínica na cidade.

A população pode realizar denúncias forma anônima pelo Sistema Ipê (clique aqui), uma parceria do Ministério do Trabalho e Emprego com a Organização Internacional do Trabalho, ou pelo Disque 100, disponível 24 horas por dia, de forma gratuita, via WhatsApp, Telegram ou videochamada em Libras, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.

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Operação Overclean mira Vitória da Conquista e outras cidades baianas em nova fase de investigação

As cidades de Campo Formoso, Senhor do Bonfim, Mata de São João e Itapetinga também recebem a operação.

Publicado em 19/08/2025 - às 17:12
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil.

A próxima fase da Operação Overclean pode atingir as cidades de Vitória da Conquista e Itapetinga, além de Campo Formoso, Senhor do Bonfim e Mata de São João. A ação já investiga desvio de recursos de emendas parlamentares e obras públicas em cinco estados, principalmente na Bahia, apontada pela Polícia Federal como epicentro do esquema.

Deflagrada em dezembro de 2024, a Operação Overclean combate uma organização suspeita de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro. Até o momento, cinco fases já foram realizadas. Em junho deste ano, a ação resultou no cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, no Distrito Federal e em Pernambuco.

Segundo apurações, os recursos desviados, estimados em cerca de R$ 1 bilhão, passaram por empresas de fachada e “laranjas” antes de chegar aos beneficiários finais. A operação identificou um novo núcleo de operadores de propina, que ainda não havia sido mapeado pelos agentes da Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU).

No programa Alô Juca, da Rádio Piatã FM, o jornalista Marcelo Castro afirmou que a nova etapa da investigação deve rastrear o caminho do dinheiro desviado de obras públicas e os nomes dos beneficiários. “A nova etapa pode trazer à tona nomes inéditos da engrenagem criminosa, com ramificações em Campo Formoso, Vitória da Conquista e Itapetinga”, disse.

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PF cumpre mandados em Vitória da Conquista por fraude bancária de mais de R$ 300 mil

Moradores da cidade foram alvos de uma operação que investiga uso de contas locais para receber dinheiro desviado por golpes virtuais.

Publicado em 30/07/2025 - às 16:34
Por Redação | Jornal Conquista

Na manhã desta quarta-feira (30), a Polícia Federal realizou 10 mandados de busca e apreensão em Vitória da Conquista durante a Operação Laranjada Suíça, que investiga fraudes bancárias eletrônicas com prejuízo estimado em mais de R$ 318 mil.

As ações fazem parte de um inquérito conduzido pela Justiça Federal do Tocantins, que apura um esquema de golpes contra instituições financeiras, com foco principal na Caixa Econômica Federal. De acordo com a PF, moradores de Conquista atuavam como “laranjas”, cedendo contas bancárias para movimentar os valores desviados.

O principal suspeito da fraude é um homem residente em Palmas (TO), que utilizava técnicas de engenharia social e phishing para obter dados bancários de clientes, especialmente idosos. A partir dessas informações, realizava transferências indevidas para contas de terceiros localizadas em Vitória da Conquista.

Durante as buscas, foram apreendidos celulares, documentos e equipamentos de informática, que passarão por perícia técnica. A PF informou que novas diligências estão previstas para identificar e responsabilizar outros envolvidos.

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Operação da PF de Vitória da Conquista identifica esquema de lavagem com empresa fictícia no eixo SP-PE

Quadrilha usava transportadora de fachada para esconder tráfico de drogas e movimentar milhões.

Publicado em 08/07/2025 - às 15:36
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil.

Uma empresa de fachada registrada em nome de familiares era usada para mascarar o transporte de drogas e movimentar milhões de reais em dinheiro ilegal. A descoberta levou a Polícia Federal de Vitória da Conquista a deflagrar, na manhã desta terça-feira (8), a Operação Carga Oculta, contra uma organização criminosa especializada em tráfico e lavagem de dinheiro.

A operação cumpriu nove mandados de busca e apreensão e sete de prisão temporária nos estados de São Paulo e Pernambuco. A Justiça também determinou o bloqueio de até R$ 9 milhões em bens ligados aos investigados.

As investigações tiveram início em junho, após a apreensão de quase cinco toneladas de maconha e haxixe, escondidas em um caminhão que trafegava pela BR-116. A droga estava oculta entre produtos regulares, um método usado pela quadrilha para burlar fiscalizações.

Segundo a PF, a transportadora fictícia era peça-chave no esquema, permitindo que os suspeitos disfarçassem a origem do dinheiro e dessem aparência legal às atividades ilícitas.

Os investigados devem responder por tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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Deputado é alvo de operação da PF por suspeita de desvio de emendas; dois prefeitos baianos foram presos

Investigação mira esquema de fraudes em repasses a municípios; mandados foram cumpridos em Salvador e mais quatro cidades da Bahia.

Publicado em 27/06/2025 - às 15:45
Por Redação | Jornal Conquista

O deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) é um dos alvos da quarta fase da Operação Overclean, deflagrada nesta sexta-feira (27) pela Polícia Federal. A ação investiga o desvio de emendas parlamentares destinadas a municípios baianos entre 2021 e 2024 e conta com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal.

Com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão em Salvador e em cidades do interior da Bahia. A operação também determinou o afastamento de três servidores e resultou na prisão em flagrante de dois prefeitosHumberto Raimundo Rodrigues de Oliveira (PT), de Ibipitanga, e Alan Machado França (PSB), de Boquira. Eles foram detidos por porte ilegal de arma.

assessor parlamentar de Félix MendonçaMarcelo Chaves Gomes, foi afastado do cargo. Ele é apontado como operador financeiro do esquema de desvio de verbas. A operação ainda teve como alvos o ex-prefeito de ParatingaMarcel José Carneiro de Carvalho (PT), e empresários suspeitos de envolvimento nas fraudes. Em um dos endereços investigados, a PF encontrou dinheiro escondido em uma gaveta de armário.

Segundo a Polícia Federal, os crimes investigados incluem organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.

O ministro Kassio Nunes Marques, relator do caso no STF, autorizou também a quebra do sigilo telefônico do deputado. A investigação apura se houve atuação criminosa no repasse de recursos para, pelo menos, três cidades do interior baiano, com indícios de superfaturamento e contratos fraudulentos.

Em nota, Félix Mendonça afirmou que foi surpreendido ao ser citado na operação e negou qualquer irregularidade no envio das emendas. Disse ainda que os repasses ocorreram de forma lícita e com fins exclusivamente políticos.

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PF cumpre mandados em quatro estados contra suspeitos de armazenar e compartilhar pornografia infantil

Um dos alvos da operação já havia sido preso em Vitória da Conquista durante outra ação da PF em maio.

Publicado em 25/06/2025 - às 16:40
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: PF.

Na manhã desta quarta-feira (25), a Polícia Federal deflagrou a Operação Multiplus, que investiga a comercialização e o compartilhamento de arquivos com cenas de abuso sexual infantojuvenil. A ação ocorreu de forma simultânea em quatro estados: Rio de Janeiro, Paraná, Maranhão e Mato Grosso.

Segundo as investigações, o alvo do Rio atuava em conjunto com um homem preso em Vitória da Conquista no último dia 14 de maio, durante a Operação Proteção Integral II.

A operação teve como ponto de partida relatórios enviados pelo National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), uma organização dos Estados Unidos dedicada à proteção infantil.

Além dos dois suspeitos identificados como operadores da rede, outros investigados foram alvo dos quatro mandados de busca e apreensão cumpridos nesta quarta. Em Londrina (PR), um dos alvos foi preso em flagrante ao ser encontrado com arquivos contendo cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes.

Dispositivos como celulares e mídias de armazenamento foram apreendidos nas buscas e serão encaminhados para perícia criminal, com o objetivo de aprofundar a investigação e identificar outros possíveis envolvidos.

A Operação Multiplus reforça o compromisso do Brasil com os tratados internacionais de proteção à infância, como a Convenção sobre os Direitos da Criança, aprovada pela ONU em 1989. O país é signatário do acordo e tem atuado em conjunto com organizações internacionais no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes.

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Polícia Federal realiza operação contra desvio de verbas da saúde e cumpre mandados em Itapetinga

Contrato investigado durou quase dez anos e resultou em bloqueio de R$ 100 milhões pela Justiça.

Publicado em 12/06/2025 - às 15:33
Por Redação | Jornal Conquista

Uma organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos destinados à saúde em Salvador é alvo da Operação Dia Zero, deflagrada nesta quinta-feira (12) pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU). Os agentes cumprem 25 mandados de busca e apreensão em quatro cidades, incluindo Itapetinga, no interior da Bahia.

As investigações apontam irregularidades em um contrato firmado entre a Secretaria de Saúde de Salvador e uma organização social responsável por fornecer suporte técnico em tecnologia da informação. Mesmo sem cobertura contratual adequada, os pagamentos continuaram por quase uma década, indicando possíveis fraudes e desvios.

Além dos mandados, a Justiça Federal autorizou o bloqueio de valores que somam R$ 100 milhões, a restrição de imóveis e o afastamento temporário de servidores públicos envolvidos no caso. As ordens foram expedidas pela 2ª Vara Especializada Criminal da Justiça Federal na Bahia.

Os envolvidos poderão responder por crimes como fraude à licitação, peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. A operação tem como objetivo interromper o funcionamento da rede de desvios e recuperar os valores que teriam sido destinados a serviços de saúde.

No total, participam da ação 130 policiais federais e 18 auditores da CGU. Os nomes dos investigados não foram divulgados.

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Fraude bilionária no INSS atinge aposentados na Bahia

Idosos relatam descontos indevidos nos benefícios; esquema causou prejuízo de aproximadamente R$ 6,3 bilhões.

Publicado em 02/05/2025 - às 17:39
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Google Maps.

Uma investigação da Polícia Federal revelou um dos maiores esquemas de fraudes e desvios de dinheiro já registrados no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com impacto direto em milhares de aposentados e pensionistas em todo o Brasil.

De acordo com a Polícia Federal, associações e sindicatos que oferecem serviços a beneficiários cadastravam pessoas sem autorização, com assinaturas forjadas, para descontar mensalidades do INSS. Os valores, embora baixos individualmente, representam perdas significativas aos beneficiários se somados ao longo dos anos.

Segundo a Controladoria Geral da União (CGU), cerca de 98% dos beneficiários sequer sabiam das cobranças, que pode ter causado um prejuízo de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

Na Bahia, moradores denunciaram à TV Bahia que identificaram descontos indevidos nos contracheques, sem qualquer tipo de autorização e sem conhecimento das entidades que aparecem como beneficiárias.

Durante a reportagem, uma advogada de Direito Previdenciário recomendou que os beneficiários verifiquem mensalmente contracheques e, em caso de irregularidade, procurem um advogado de confiança. Ela também destacou a importância de acionar os órgãos competentes para garantir o ressarcimento.

Como resposta à repercussão do caso, o INSS informou ainda que os valores descontados no mês de abril serão estornados em maio, enquanto a devolução dos valores anteriores ainda está em estudo.

A recomendação é que todos os beneficiários fiquem atentos aos seus extratos, acessando regularmente o portal ou o aplicativo Meu INSS, e denunciem qualquer cobrança indevida.

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PF não encontra provas e MP arquiva caso contra vereadora eleita em Vitória da Conquista

Investigação não encontrou evidências de compra de votos, candidaturas fictícias ou fraude em transferência de domicílio eleitoral.

Publicado em 18/04/2025 - às 10:27
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: CMVC.

O Ministério Público (MP) determinou o arquivamento do inquérito que investigava a vereadora eleita Léia de Quinho, do município de Vitória da Conquista, por supostas irregularidades em sua campanha eleitoral em 2024. A decisão foi tomada após a Polícia Federal (PF) não encontrar provas concretas dos crimes denunciados.  

O caso teve início a partir de uma denúncia anônima enviada ao canal “Comunica PF”, indicando três possíveis irregularidades. A primeira apontava para compra de votos, com relatos de eleitores que teriam recebido entre R$ 100 e R$ 150 por voto, além de pagamentos de até R$ 400 para colagem de adesivos da campanha em veículos.

A segunda envolvia candidaturas fictícias, com a suspeita de que pessoas teriam se inscrito como candidatas apenas para desviar recursos do fundo eleitoral. A terceira denunciava uma possível fraude na transferência de domicílio eleitoral, sugerindo que eleitores de Belo Campo teriam alterado irregularmente seu título para Vitória da Conquista com o objetivo de favorecer uma candidata.

A Polícia Federal requisitou dados ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), ouviu testemunhas e analisou registros no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sobre as transferências de domicílio, o TRE-BA informou que apenas cerca de 100 eleitores fizeram a mudança formal desde 2023 – número considerado baixo e incompatível com a alegação de uma suposta “migração em massa”.  

No relatório final, a PF afirmou que “não foi possível encontrar provas de que os crimes investigados tenham sido cometidos”. Diante da falta de elementos concretos, o MP seguiu orientações do Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu o arquivamento do caso.  

O MP determinou que a decisão seja oficialmente informada à Polícia Federal e à própria vereadora Léia de Quinho. Com o arquivamento, o caso é encerrado, a menos que novas provas surjam no futuro.  

Até o momento, a assessoria da parlamentar não se manifestou sobre o desfecho da investigação. A decisão reforça a presunção de inocência até que se prove o contrário, princípio fundamental do Direito brasileiro.  

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Polícia Federal e Vigilância Sanitária realizam operação em clínica de estética em Vitória da Conquista

Ação foi motivada por denúncias relacionadas ao uso e à comercialização irregular de medicamentos para emagrecimento.

Publicado em 17/04/2025 - às 16:16
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: PMVC.

Na manhã desta quinta-feira (17), a Polícia Federal, em conjunto com a Vigilância Sanitária de Vitória da Conquista, deflagrou uma operação em uma clínica de estética localizada na Avenida Siqueira Campos.

A ação, que chamou a atenção de quem passava pelo local, foi motivada por denúncias relacionadas ao uso e à comercialização irregular de medicamentos para emagrecimento.

Durante a operação, foram apreendidos medicamentos manipulados comercializados de forma irregular, incluindo substâncias como tirzepatida e semaglutida, utilizadas legalmente no tratamento de diabetes tipo 2, mas proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fins de emagrecimento.

De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária do município, Maicon Mares, os rótulos dos medicamentos apreendidos estavam em desacordo com a legislação vigente e eram provenientes de farmácias de manipulação situadas no estado de São Paulo. A ação foi desencadeada após uma denúncia encaminhada pelo Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb-BA).

Ainda segundo a Vigilância Sanitária, algumas clínicas foram notificadas por estarem com o alvará de funcionamento vencido. No entanto, até o momento, nenhum estabelecimento foi interditado.

Esta é a segunda operação do tipo realizada na cidade neste ano. Em março, outra clínica de estética também foi alvo de ação semelhante, com foco no uso de substâncias não autorizadas pela Anvisa. A Polícia Federal ainda não divulgou detalhes oficiais sobre a investigação em curso.

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Polícia Federal realiza operação contra caça ilegal em áreas protegidas de Boa Nova

Cinco mandados foram cumpridos após denúncias de caça frequente no Parque Nacional; armas, munições e carcaças de animais foram apreendidas.

Publicado em 15/04/2025 - às 16:58
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Reprodução/ Polícia Federal.

A Polícia Federal realizou na manhã desta terça-feira (15) a Operação Buckshot, no município de Boa Nova, município localizado a cerca de 100 km de Vitória da Conquista.

A ação teve como alvo cinco pessoas investigadas por praticar caça ilegal em áreas de preservação federal, especificamente no Parque Nacional de Boa Nova e no Refúgio de Vida Silvestre da mesma localidade.

A operação é resultado de investigações iniciadas após denúncia feita pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que atua na fiscalização ambiental da região. O órgão relatou à Polícia Federal que os suspeitos entravam com frequência nas áreas protegidas para realizar a caça e o abate de animais silvestres, o que motivou a abertura do inquérito.

Durante o cumprimento dos cinco mandados de busca e apreensão, foram encontrados diversos materiais ligados à atividade ilegal, incluindo carcaças de animais silvestres, pólvora, chumbo, carabinas de pressão e outros apetrechos utilizados na caça. Apesar das apreensões, não houve prisão em flagrante, mas os investigados seguem respondendo ao processo.

A Polícia Federal informou que os homens poderão ser responsabilizados por crimes de caça em unidade de conservação federal, posse irregular de arma de fogo e associação criminosa. Somadas, as penas podem chegar a até 12 anos de prisão.

O Parque Nacional de Boa Nova é uma unidade de conservação sob responsabilidade federal, reconhecida pela transição entre dois importantes biomas: Mata Atlântica e Caatinga. A região abriga diversas espécies de animais silvestres e é referência internacional na observação de aves, atraindo turistas e pesquisadores de vários países.

A operação reforça o papel da cooperação entre órgãos federais no combate aos crimes ambientais e chama a atenção para a necessidade de conscientização sobre a importância da preservação das áreas protegidas. As investigações continuam.

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Vitória da Conquista é alvo de busca da Polícia Federal em operação contra desvio de recursos da saúde em Sorocaba (SP)

Mais de 100 policiais federais participaram da ação, que cumpriu 28 mandados de busca e apreensão em 15 cidades, sendo 14 em território paulista e uma na Bahia.

Publicado em 10/04/2025 - às 11:32
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Polícia Federal.

Vitória da Conquista foi uma das cidades onde a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (10), durante a deflagração da Operação Copia e Cola, que investiga um esquema criminoso de desvio de recursos públicos destinados à saúde no município de Sorocaba, interior de São Paulo.

Ao todo, a operação ocorreu em 15 cidades, sendo 14 em território paulista e uma na Bahia.

Segundo a Polícia Federal, a investigação teve início em 2022, a partir de indícios de fraudes na contratação de uma Organização Social (OS) para administrar e executar ações e serviços de saúde em Sorocaba.

Além de indícios de corrupção e má gestão de verbas públicas, os agentes identificaram operações suspeitas de lavagem de dinheiro, realizadas por meio de depósitos em espécie, pagamentos de boletos e transações imobiliárias.

Mais de 100 policiais federais participaram da ação, que cumpriu 28 mandados de busca e apreensão nas cidades de Sorocaba, Araçoiaba da Serra, Votorantim, Itu, São Bernardo do Campo, São Paulo, Santo André, São Caetano do Sul, Santos, Socorro, Santa Cruz do Rio Pardo, Osasco e Vitória da Conquista. Também foi determinado o sequestro de bens e valores que podem somar até R$ 20 milhões. A Organização Social investigada está proibida de firmar novos contratos com o poder público.

Entre os alvos da operação está o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), conhecido nacionalmente por sua forte presença nas redes sociais. A residência do gestor, a sede da Prefeitura de Sorocaba, a Secretaria Municipal de Saúde e o diretório local do Republicanos foram alvos de buscas. Não há mandados de prisão expedidos até o momento.

Manga, de 45 anos, é apelidado de “prefeito tiktoker” por conta de sua popularidade nas plataformas digitais, onde acumula mais de 3 milhões de seguidores no TikTok e 2,9 milhões no Instagram. Na semana passada, o político anunciou publicamente sua intenção de disputar a Presidência da República em 2026, e afirmou ter recebido convite do PRTB, partido que lançou Pablo Marçal como pré-candidato à prefeitura de São Paulo.

Em nota, o prefeito afirmou que está colaborando com as autoridades e destacou que a operação não se restringe a Sorocaba. Nas redes sociais, ele chegou a publicar um vídeo ironizando a ação da Polícia Federal em sua casa. “Foi eu lançar a minha pré-candidatura à Presidência da República, mandaram a Polícia Federal na minha casa por causa da denúncia da denúncia e acharam algumas coisas aqui. Bolo de cenoura, Nutella e o Pokémon que o meu filho tanto ama”, declarou. Em seguida, completou: “Não tenho medo do presidente Lula nem de nenhuma outra autoridade que está incomodada com a nossa ascensão”, disse manga.

De acordo com a PF, os investigados poderão responder, de acordo com suas responsabilidades individuais, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, peculato, contratação direta ilegal e frustração do caráter competitivo de licitação. A operação segue em andamento e novos desdobramentos não estão descartados.

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Publicado em 02/04/2025 - às 20:31
Por Redação | Jornal Conquista

A informação sobre a publicação do edital do concurso para a área administrativa da Polícia Federal foi confirmada pelo Governo Federal nesta terça-feira (1º) por meio das redes sociais oficiais do Executivo. A seleção contará com 192 vagas para cargos de nível médio e superior, com salários que podem chegar a R$ 14.371,42.

O cargo de Agente Administrativo, destinado a candidatos com nível médio, será o mais disputado, com 100 vagas distribuídas entre diversos estados. O Distrito Federal terá a maior oferta, com 40 oportunidades. A remuneração inicial para esse cargo pode alcançar R$ 6.296,69, incluindo o auxílio-alimentação de R$1.000.

A banca organizadora escolhida para conduzir o concurso é o Cebraspe. A instituição será responsável pelo recebimento das inscrições e pela aplicação das provas objetivas e discursivas em todo o país. Estima-se que o número de candidatos inscritos possa chegar a 300 mil, segundo documentos do processo licitatório.

Os valores das taxas de inscrição foram definidos no estudo técnico preliminar elaborado pela Polícia Federal. Para o cargo de Agente Administrativo (nível médio), a taxa será de R$ 90. 

para os cargos de nível superior, o valor será de R$ 110. Com a proximidade da divulgação do edital, os candidatos devem ficar atentos às próximas atualizações sobre o certame.

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PF arquiva inquérito e absolve vereadora Léia Meira e Quinho de acusações eleitorais

Acusações incluíam compra de votos, desvio de recursos e fraude na transferência de eleitores de Belo Campo para Vitória da Conquista.

Publicado em 02/04/2025 - às 08:58
Por Redação | Jornal Conquista

A Polícia Federal (PF) encerrou, nesta terça-feira, as investigações contra a vereadora de Vitória da Conquista, Leia Meira, conhecida como Leia de Quinho, e o ex-prefeito de Belo Campo e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), José Henrique Tigre, o Quinho.

O inquérito (2024.0103514-DPF/VDC/BA), que apurava supostos crimes eleitorais nas eleições de 2024, foi arquivado por falta de provas.  

As acusações incluíam compra de votos, desvio de recursos e fraude na transferência de eleitores. Léia foi a segunda candidata mais votada em Vitória da Conquista nas eleições de 2024.

De acordo com o relatório final, a PF realizou todas as diligências necessárias, mas não encontrou indícios suficientes para comprovar a prática de irregularidades. Diante da ausência de elementos que sustentam as acusações, a autoridade policial decidiu pelo encerramento do caso sem qualquer indiciamento.   

Durante o processo, os investigados enfrentaram críticas de adversários, que utilizaram a mídia para questionar sua reputação. No entanto, optaram por não revidar publicamente, confiando na apuração técnica da PF e da Justiça Eleitoral.  

Com o arquivamento do inquérito, a conclusão da PF reforça a legalidade da campanha eleitoral da vereadora, que foi eleita com 4.372 votos.

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