Oficina de tranças no Centro dos Direitos Humanos possibilita renda extra para mulheres
O objetivo do curso, que é voltado para a trança “box braids”, é fornecer a possibilidade de renda.
Os dedos começam a se familiarizar sobre como dividir as mechas em três e a trançar as perucas. A explicação sobre a melhor forma de começar este tipo de penteado, denominado “box braids” – que carrega este nome pela aparência de tranças “encaixadas” – é da professora Michele Souza, que há quase seis anos é trancista e pela primeira vez ofereceu a oficina para cinco mulheres que demonstraram interesse no Centro Integrado dos Direitos Humanos.
“A gente conseguiu fazer essa parceria para executar o curso no espaço por cinco tardes. A estrutura foi excelente para a gente, porque é mais preparado, arejado, mais centralizado e mais acessível também para as meninas que não são daqui”, comentou a professora.
Segundo Michele, o curso é voltado para a trança “box braids” por ser uma técnica bem procurada no mercado. O objetivo do curso é fornecer a possibilidade de renda. Como o curso é de curta duração, Michele fornece um kit para a prática e, de 15 em 15 dias, a turma se encontra para tirar dúvidas. “A gente não consegue ter muita prática aqui, mas a gente consegue aprender tudo direito e é por isso que nesses encontros a gente vai dar as dicas do que pode melhorar para que eu consiga acompanhar o desenvolvimento delas”, completou.
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