TRE-BA determina remoção de post por “fake news” sobre Wagner Alves
Justiça Eleitoral ordena retirada de conteúdo acusando candidato de oferecer cirurgias por apoio político.
12:09 Atualizado em às 12:11 Por Redação Jornal Conquista
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O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou, em decisão liminar, a remoção de publicações que continham acusações consideradas falsas contra Wagner Alves, candidato a deputado estadual. A decisão foi emitida pelo desembargador Gustavo Teles Veras Nunes, em resposta a um pedido de tutela de urgência feito pela defesa de Wagner Alves. Destaca-se que a decisão ainda não analisa o mérito das acusações.
A Justiça ordenou que o perfil ‘Política ao Vivo’ no Instagram e o site correspondente retirem os conteúdos no prazo de 24 horas. As publicações acusavam Wagner Alves de supostamente oferecer cirurgias e atendimentos hospitalares em troca de apoio político, uma afirmação feita por Lara Fernandes, vereadora e também candidata a deputada estadual. Em caso de descumprimento, foi estipulada uma multa diária de R$ 1 mil.
Repercussões da acusação
A controvérsia surgiu após Lara Fernandes acusar Wagner Alves de utilizar a oferta de cuidados médicos como moeda de troca para apoio político. A campanha de Wagner Alves destaca que esta alegação não apresenta provas concretas e é baseada apenas em um ‘lastro fático mínimo’, conforme destacado na decisão judicial liminar. Wagner Alves negou as acusações desde o início.
O caso gerou repercussão local no cenário político, ainda mais por ocorrer durante o período eleitoral. Enquanto Wagner Alves busca reafirmar sua integridade durante a campanha, Lara Fernandes mantém suas declarações alegando conhecimento das supostas ofertas.
Declaração de Wagner Alves
Wagner Alves se pronunciou após a decisão judicial, reafirmando sua inocência e destacando que a acusação é falsa e irresponsável. Segundo Wagner, ‘A Justiça Eleitoral confirmou o que já sabíamos: a acusação contra mim é falsa, irresponsável e não tem qualquer prova’.
O mérito do caso ainda será analisado pela Justiça Eleitoral, com encaminhamento dos autos para o Ministério Público Eleitoral. A expectativa é que novos desdobramentos ocorram após as defesas serem apresentadas.