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Família denuncia negligência após morte de bebê no Hospital Esaú Matos em Vitória da Conquista

Mãe relata demora no procedimento e dificuldade de assistência durante trabalho de parto.

Publicado em 11/09/2025 - às 15:28
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: PMVC.

Um recém nascido faleceu após uma cesariana realizada no Hospital Esaú Matos, em Vitória da Conquista. A mãe, Kelly Prado, de 20 anos, deu entrada na maternidade na última sexta-feira (5), com 41 semanas de gestação, e aguardou o início do trabalho de parto. O parto só foi realizado na madrugada do domingo (7), após a indução não evoluir para o parto normal. A reportagem foi realizada pelo Bahia Meio Dia, da TV Sudoeste.

Segundo Kelly Prado, durante a indução, realizada com medicação e acompanhamento médico, ela permaneceu grande parte do tempo sem assistência direta, ficando apenas com a mãe como acompanhante. No sábado à noite, ela já apresentava 7 a 8 centímetros de dilatação, e relatou sentir dores intensas. A paciente solicitou a cesariana para verificar se o bebê estava bem. Um exame foi feito para avaliar a frequência cardíaca da criança, mas a equipe informou que estava tudo normal.

A cesariana foi realizada por volta das 2h da manhã do domingo. De acordo com Kelly Prado, a bebê nasceu com uma coloração arroxeada na pele, foi estabilizada em uma sala de atendimento semelhante à UTI, mas acabou não resistindo. A mãe assinou uma autorização de alta para providenciar o enterro da filha, batizada de Hilary Melissa.

O Hospital Esaú Matos se manifestou por meio de nota, afirmando que a paciente foi atendida desde a chegada com máxima responsabilidade, seguindo protocolos do Ministério da Saúde. A indução foi realizada por recomendação médica diante da gestação avançada, e a cesariana ocorreu quando o parto normal não progrediu.

O hospital informou ainda que a bebê recebeu suporte avançado e encaminhamento imediato à unidade especializada (UTI), mas acabou evoluindo para óbito. A instituição reforçou que não houve negligência ou falha durante o atendimento e expressou condolências à família.

Este é o segundo caso de negligência denunciado no Hospital Esaú Matos. A mãe pretende formalizar denúncia por meio jurídico.

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Após dar à luz, mulher perde movimentos, entra em coma e espera por vaga na UTI de Vitória da Conquista

Paciente apresentou paralisia nos membros inferiores dias após a cesariana; família luta por tratamento adequado.

Publicado em 16/05/2025 - às 18:12
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: PMVC.

Dalva, moradora de Bom Jesus da Serra, enfrenta complicações graves de saúde após passar por um parto no Hospital Esaú Matos, em Vitória da Conquista. De acordo com uma reportagem exibida pelo Bahia Meio Dia, da TV Sudoeste, a paciente, que deu à luz no dia 1º de abril, perdeu os movimentos das pernas dias após a cesariana e, desde então, luta pela vida.

De acordo com a família, Dalva recebeu alta no dia 3 de abril e voltou para Bom Jesus da Serra. No dia 17, precisou retornar ao Esaú Matossem o movimento das pernas e com dores intensas na coluna. Ela permaneceu internada por 12 dias até ser transferida para o Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde ficou apenas um dia antes de ser encaminhada ao Hospital Afrânio Peixoto.

Mesmo com indicação médica urgente de avaliação com um neurocirurgião e a necessidade de uma vaga na UTI, Dalva recebeu alta no dia 9 de maio e voltou para casa. Dois dias depois, no Dia das Mães, seu estado piorou e ela foi levada para um hospital em Bom Jesus da Serra, onde entrou em coma. No dia seguinte, ela foi transferida para um hospital em Planalto, onde continua internada sem acesso à UTI e ao atendimento especializado indicado.

Em nota, a Central Estadual de Regulação informou que o caso está sendo avaliado e que a equipe médica busca uma unidade de saúde compatível com o perfil de Dalva, seja em uma unidade pública filantrópica ou privada.

O Bahia Meio Dia também solicitou posicionamento do Hospital Esaú Matos, do Hospital Geral e do Afrânio Peixoto, mas não obteve resposta. Na manhã desta quinta-feira (16), a família informou que Dalva foi transferida para o Hospital Geral de Vitória da Conquista.

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Morte de recém-nascido no Hospital Esaú Matos gera acusações de negligência

O bebê, nascido com complicações, morreu após a demora para a realização da cesariana.

Publicado em 26/03/2025 - às 15:50
Por Redação | Jornal Conquista

Um recém-nascido faleceu no Hospital Esaú Matos, em Vitória da Conquista, após complicações durante o parto. A família do bebê alega que a demora na realização da cesariana, que só ocorreu após mais de 40 horas de tentativa de indução, foi a causa da morte.

Na reportagem exibida pelo Bahia Meio Dia, a mãe Carolina, informou que a cesariana foi feita apenas no fim da tarde de sábado, mesmo com o bebê já mostrando sinais de dificuldades. Ela afirmou que foi negada assistência médica adequada, apesar de pedir repetidamente pela cirurgia.

família também alega que o hospital não ouviu seus pedidos durante o processo, o que resultou na morte do bebê, que foi diagnosticado com choque sépticohemorragia e hipertensão pulmonar. “Foram mais de 36 horas tentando o parto normal. Quando a cesariana finalmente foi feita, já era tarde demais”, lamentou Tamires, tia de Carolina.

O hospital, em nota, lamentou o ocorrido, mas afirmou que o procedimento seguiu o protocolo do Ministério da Saúde. Segundo a instituição, a cesariana foi realizada após a análise médica, com a prioridade sendo o bem-estar da mãe e do bebê.

A Polícia Civil já foi acionada e uma investigação foi aberta para apurar as denúncias de negligência. A família aguarda justiça e mudanças nas práticas do hospital para evitar que tragédias como essa se repitam.

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Publicado em 28/06/2023 - às 15:31
Por Redação | Jornal Conquista

Um caso vem ganhado repercussão na região sudoeste nos últimos dias. Marine Meira, de 26 anos, faleceu na manhã desta segunda-feira (26), na residência onde morava após um quadro de pneumonia. A jovem chegou a ir na unidade de saúde três vezes, antes de falecer. O pai da engenheira civil acusa o hospital Municipal de Brumado, de cometer negligência.

De acordo com as informações, Marine Meira chegou a receber alta do hospital da cidade e voltou à unidade três vezes. Conforme o pai da jovem, o radialista Ney Souza, a paciente não teria sido atendida da forma correta. Ele acusa o local de atrasar no exame de raio X e de não dar um diagnóstico preciso da enfermidade.

Ainda segundo informações, o exame só teria sido feito depois de três idas à unidade de saúde, onde se descobriu que havia uma bactéria no pulmão da paciente. “Isso não pode acontecer. Só depois que fiz uma confusão o médico falou que levaria ela pra UTI, onde seria melhor assistida”, afirmou.

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