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12ª Conferência Municipal de Saúde debate fortalecimento do SUS em Vitória da Conquista

Evento promove a discussão entre sociedade civil e poder público para elaborar propostas de melhorias na saúde local.  

Publicado em 29/05/2025 - às 16:45
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Freepik

Nos dias 22 e 23 de julho, será realizada a 12ª Conferência Municipal de Saúde de Vitória da Conquista, com o tema “Planejando e Fortalecendo o SUS no Município de Vitória da Conquista”.

O evento, organizado em parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e o Conselho Municipal de Saúde, tem como objetivo promover o debate entre sociedade civil e poder público para elaborar propostas de melhorias na saúde local.  

Antes da conferência principal, serão realizadas pré-conferências entre 9 de junho e 11 de julho em diferentes regiões do município. Nessas reuniões, usuários, trabalhadores, gestores, conselhos locais de saúde e prestadores de serviços do SUS poderão apresentar demandas que serão levadas para discussão na etapa municipal.  

Os debates na conferência seguirão três eixos principais: cuidado integral e promoção da saúde, gestão, planejamento e organização da rede, e participação e controle social.

Confira a íntegra do decreto que convoca a 12ª Conferência de Saúde (clique aqui).

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Vitória da Conquista está entre os cinco maiores centros de gestão da Bahia, aponta IBGE

A cidade se destaca tanto na administração pública quanto na empresarial, reforçando seu papel como polo regional.

Publicado em 31/03/2025 - às 15:02
Por Redação | Jornal Conquista

Vitória da Conquista foi classificada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como um dos cinco maiores centros de gestão do território na Bahia.

O dado faz parte do estudo Gestão do Território 2024, divulgado na última quarta-feira (26), que avalia a capacidade de comando e influência dos municípios na rede urbana nacional.

O levantamento considera fatores como a presença de instituições públicas federais e estaduais descentralizadas e unidades de empresas multilocalizadas, com sedes e filiais espalhadas pelo país. No estado, Salvador lidera o ranking, seguida por Feira de Santana, Vitória da Conquista, Juazeiro e Camaçari. A capital baiana também ocupa a 9ª posição nacional e a 3ª no Nordeste.

Segundo a Superintendência Estadual do IBGE, Vitória da Conquista se destaca especialmente na gestão pública, ocupando o 3º lugar estadual, e também apresenta um bom desempenho na gestão empresarial, ficando em 5º no estado. A cidade faz parte da classe 4 de centralidade, que engloba municípios classificados como Capitais Regionais.

secretário de Gestão e Inovação, Romar Barros, destacou que o estudo confirma a influência econômica e administrativa de Vitória da Conquista. Ele ressaltou que a posição no ranking fortalece o município como um polo estratégico e amplia seu potencial de atrair investimentos e serviços essenciais. Barros ainda pontuou que há espaço para crescimento, citando como estratégias a modernização da gestão, incentivo a novos negócios e fortalecimento das políticas públicas.

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Câmara de Vitória da Conquista discute proposta que redefine gestão de cargos na Prefeitura

O projeto traz uma série de inovações que devem impactar diretamente a organização e a gestão dos cargos na Prefeitura.

Publicado em 23/03/2025 - às 21:59
Por Redação | Jornal Conquista

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista iniciou a análise do Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 03/2025, que propõe mudanças significativas na gestão de cargos comissionados e funções de confiança na administração pública local.

A proposta, enviada pela prefeita Sheila Lemos, tem como objetivo modernizar a estrutura administrativa do município, priorizando transparência, eficiência e alinhamento com os princípios constitucionais da administração pública, como legalidade, impessoalidade e moralidade.

A prefeita justificou a necessidade da nova legislação ao afirmar que ela reflete a evolução da gestão pública e busca responder aos desafios atuais enfrentados pela administração municipal. “Precisamos de uma estrutura mais ágil e transparente, que garanta o uso responsável dos recursos públicos e o equilíbrio das contas”, destacou Sheila Lemos.

O projeto traz uma série de inovações que devem impactar diretamente a organização e a gestão dos cargos na Prefeitura. Confira as principais alterações:

  1. Estrutura hierárquica definida: O PLC estabelece um limite máximo para cargos na Administração Direta, Autárquica e Fundacional. Na Administração Direta, por exemplo, os cargos máximos serão: Secretário Municipal, Subsecretário, Diretor e Assessor. Já nas Autarquias e Fundações, os cargos de topo serão Presidente, Diretor, Coordenador e Gerente.
  2. Criação e transformação de cargos: A proposta determina que a criação de cargos em comissão e funções de confiança só poderá ocorrer por meio de lei. Além disso, permite o remanejamento e a transformação desses cargos via decreto, desde que não haja aumento de despesas. A Secretaria Municipal de Gestão e Inovação será responsável por controlar e operacionalizar essas mudanças.
  3. Nomeações e exonerações mais rigorosas: O projeto veda a nomeação de pessoas que tenham vínculos com empresas privadas que mantenham contratos com o município. Também exige que os ocupantes de funções de confiança sejam servidores efetivos, com experiência e capacitação adequada. Outro ponto importante é a proibição de nomear pessoas condenadas com base na Lei Maria da Penha.
  4. Remuneração e benefícios: A proposta estabelece tabelas de remuneração específicas para cada nível hierárquico. Por exemplo, o Procurador-Geral do Município e o Comandante da Guarda Municipal terão salário de R$14.414,47, enquanto um Supervisor receberá R$1.884,55. A lei também permite reajustes pelo IPCA-E, desde que haja análise prévia do impacto orçamentário.
  5. Direitos e deveres dos servidores: O projeto define direitos como férias remuneradas, gratificações, licenças e benefícios previdenciários. Por outro lado, estabelece deveres, como a apresentação de documentos e a responsabilidade civil e criminal por decisões tomadas.
  6. Substituição temporária: A proposta regulamenta a substituição temporária de cargos de direção e chefia, com acréscimo remuneratório para o substituto. Em caso de afastamento por mais de 10 dias, a substituição deve ser feita por um servidor de carreira ou comissionado com competência para gerir a unidade.

Um dos pilares da proposta é o compromisso com a responsabilidade fiscal. A criação de cargos em comissão e funções de confiança deverá ser precedida de uma análise detalhada do impacto orçamentário-financeiro, considerando não apenas o ano de implementação, mas também os dois anos seguintes. Além disso, a remuneração total dos ocupantes de cargos em comissão não poderá exceder 90% do subsídio atribuído ao cargo de Secretário Municipal.

A prefeita Sheila Lemos reforçou que o projeto reflete o compromisso da administração municipal com a transparência e a eficiência. “A modernização da estrutura administrativa é essencial para garantir que os recursos públicos sejam utilizados de forma responsável e em benefício da população”, afirmou.

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