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Parceiro de Dona Maria é preso em São Paulo durante operação contra facções baianas

O suspeito figura como uma liderança de facção em Vitória da Conquista e no sudoeste baiano.

Publicado em 26/05/2025 - às 12:25
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: SSP e Luciano da Matta | Ag. A TARDE.

Um homem apontado como parceiro de Jasiane Silva Teixeira, a Dona Maria, foi preso na tarde do último sábado (24) no município de Santo André, em São Paulo. A prisão é parte de uma operação integrada que tem como alvo líderes de facções criminosas com atuação na Bahia.

O suspeito figura como uma liderança da facção liderada por Dona Maria em Vitória da Conquista e no sudoeste baiano.

Natural de Vitória da Conquista, Dona Maria é considerada uma das maiores traficantes do estado. Seu parceiro, cuja identidade não foi revelada, estava foragido e era responsável por comandar o envio de drogas e armas para o sudoeste baiano, além de ordenar homicídios e roubos, segundo informou a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

A captura foi realizada por equipes da FICCO (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado)da Bahia e de São Paulo, com apoio das polícias Militar e Civil. A operação faz parte de um esforço concentrado para localizar traficantes baianos escondidos em estados do Sudeste.

Essa não foi a única prisão recente ligada ao tráfico interestadual. Bruno Cabeça, apontado como chefe da facção Km Linha Verde (KLV), que atuava na Região Metropolitana de Salvador, foi preso há duas semanas em uma cobertura de luxo na capital paulista.

Dona Maria ganhou notoriedade por liderar o Bonde do Neguinho (BDN), facção fundada após o assassinato de seu companheiro em 2014. Com forte influência no crime organizado, ela já manteve ligação direta com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Investigada por tráfico, homicídios e corrupção de menores, Dona Maria chegou a figurar no Baralho do Crime da SSP-BA, sendo representada como a Dama de Copas. De acordo com a polícia, ela usava aviões particulares para o transporte de drogas e negociava armamento pesado, como fuzis e granadas, para abastecer os grupos sob seu comando.

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Justiça decreta prisão preventiva de ‘Dona Maria’, suspeita de chefiar facção criminosa na Bahia

Natural de Vitória da Conquista, Jasiane é investigada por lavagem de dinheiro e responde a processos por tráfico e homicídio.

Publicado em 27/03/2025 - às 14:34
Por Redação | Jornal Conquista

Justiça da Bahia decretou, nesta quarta-feira (26), a prisão preventiva de ‘Dona Maria’, apontada como uma das principais lideranças do tráfico de drogas no estado. A decisão atendeu a um pedido do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e determina a transferência da acusada para o estado.

Natural de Vitória da Conquista, Jasiane Silva Teixeira, conhecida como “Dona Maria”, foi uma das criminosas mais procuradas da Bahia, com fortes ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Após a morte de seu companheiro, um dos líderes da facção, em 2014, ela assumiu o controle de operações criminosas e fundou um grupo próprio, batizado de Bonde do Neguinho (BDN) em homenagem ao ex-marido.

De acordo com a polícia, Jasiane utilizava um avião particular para o transporte de drogas e era responsável pela intermediação da compra de armamento pesado, incluindo fuzis e granadas, para abastecer os grupos criminosos sob sua liderança.

Jasiane foi presa em janeiro deste ano, em São Paulo, durante uma operação que resultou na apreensão de R$ 66 mil em espécie, 10 celulares e documentos ligados à movimentação financeira do tráfico de drogas.

Conforme a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), ela administrava a contabilidade de uma facção criminosa com atuação em Vitória da Conquista e utilizava um esquema de lavagem de dinheiro para ocultar os lucros ilegais.

Pelo histórico de crimes, seu nome figurou no “Baralho do Crime” da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), uma ferramenta que divulga os criminosos mais procurados do estado. Na época, ela ocupava a carta de “Dama de Copas”. Atualmente, responde a quatro ações penais por crimes relacionados a homicídio e tráfico de drogas.

A suspeita, que já responde a processos por tráfico e homicídios, é monitorada pelas autoridades e, segundo o MP-BA, o pedido de prisão preventiva foi necessário para impedir novas ações criminosas e evitar que a investigada atrapalhe o andamento do processo ou tente fugir.

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