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Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista emite carteiras de identificação para pessoas com autismo

Atendimento inclui ações na zona rural para ampliar acesso ao documento e promover inclusão social.

Publicado em 31/07/2025 - às 19:28
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: PMVC.

Desde o ano passado, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Vitória da Conquista vem realizando a emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA). Até o momento, 1.194 cadastros foram efetuados, resultando na emissão de 1.169 carteiras.

O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, na sala 3 do Polo de Educação Permanente, localizado no Complexo de Saúde (Cemae). Para realizar o cadastro, é necessário apresentar a documentação completa, que inclui:

  • Xerox do cartão do SUS;
  • Xerox do comprovante de residência;
  • Xerox do RG ou Certidão de nascimento;
  • Xerox do CPF;
  • Xerox RG ou CPF do responsável;
  • Uma foto 3×4 colorida e original;
  • Xerox do laudo do exame ABO/Rh (tipo sanguíneo);
  • Xerox do relatório médico contendo o código da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID).

Gabriela Patez, diretora de Atenção Programática e Especializada, reforça que o cadastro só pode ser realizado com toda a documentação em mãos. Após o cadastro, as carteiras são confeccionadas e entregues seguindo a ordem de inscrição, com a data provável informada no momento do cadastro.

Para alcançar também as famílias da Zona Rural, o serviço integra o projeto Saúde em Todo Lugar, que leva atendimentos básicos de saúde às comunidades mais distantes. Além de garantir acesso prioritário a serviços públicos e assegurar direitos legais, a CIPTEA contribui para a inclusão social e redução de barreiras enfrentadas pelas pessoas com autismo.

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Falta de cuidadores especializados compromete inclusão escolar de crianças autistas em Vitória da Conquista

Situação fez com que mãe atípica fosse ameaçada de agressão física após episódio de crise do filho na escola; entenda.

Publicado em 16/04/2025 - às 15:23
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Vejaa – DepositPhotos

A escassez de cuidadores especializados nas escolas públicas tem comprometido a inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Vitória da Conquista. Apesar do aumento significativo no número de matrículas de alunos com TEA que chegaram a 636.202 em 2023, representando um crescimento de 48% em relação ao ano anterior, segundo o Censo Escolar, a estrutura de apoio nas instituições de ensino não tem acompanhado essa demanda.

A falta de profissionais capacitados para acompanhar esses estudantes tem gerado situações preocupantes.

Em um caso recente, uma mãe entrou em contato com o Jornal Conquista para relatar uma situação delicada que viveu nos últimos dias. Segundo ela, seu filho, diagnosticado com autismo nível 2, em um momento de crise, agrediu um colega na escola. Ao tentar explicar a situação para a responsável pela outra criança, foi ameaçada de agressão física.

O episódio deixou a criança autista assustada e evidenciou a falta de compreensão sobre o transtorno.

A mãe informou que, desde o ano passado, busca junto à Secretaria Municipal de Educação a designação de um cuidador para seu filho, sem sucesso. A ausência desse profissional já resultou na proibição da frequência escolar da criança em ocasiões anteriores.

A falta dessas políticas públicas, que garantem a presença de cuidadores especializados nas escolas, representa uma falha no direito à educação inclusiva e no bem-estar dos alunos com TEA, como no caso relatado ao JC.

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Vozes do espectro: um retrato da realidade das pessoas autistas e de suas famílias no Abril Azul em Vitória da Conquista

Na cidade, a inclusão ainda caminha entre avanços e barreiras. Famílias enfrentam dificuldades no acesso a atendimentos e terapias, mas reconhecem que o acolhimento começa a ganhar espaço em escolas, instituições e até nos shoppings.

Publicado em 14/04/2025 - às 16:05
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Vejaa – DepositPhotos

Por Kamile Cardoso

Ser autista, em muitos casos, é viver em constante adaptação. É aprender a lidar com barulhos que machucam, com olhares que julgam e com estruturas que não foram feitas para acolher. Para as famílias, é enfrentar filas de espera, terapias inacessíveis e escolas despreparadas. Para quem vive no espectro, é tentar existir plenamente em um mundo que nem sempre oferece espaço.

No Brasil, o número exato de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ainda não é conhecido. Mas estimativas do IBGE e da Organização Mundial da Saúde indicam que cerca de dois milhões de brasileiros estão dentro do espectro. Em Vitória da Conquista, entre avanços e obstáculos, pais, mães, profissionais e pessoas autistas seguem construindo caminhos de inclusão mesmo quando o sistema ainda fecha portas.

O que é o autismo?

O Transtorno do Espectro Autista é caracterizado por dificuldades na comunicação e interação social, além de comportamentos repetitivos e interesses restritos. Quem explica é o psicólogo clínico e educacional Bruno Aragão, mestrando em Psicologia da Saúde pela UFBA e com especialização em Transtorno do Espectro Autista. Ele também atua diretamente com o atendimento a pessoas com TEA.

Segundo Bruno, essas manifestações podem variar bastante de uma pessoa para outra. “Por isso, o termo ‘espectro’ é tão importante, ele representa essa diversidade de sinais e níveis de suporte”, destaca. O diagnóstico pode ser feito a partir dos 18 meses, mas geralmente ocorre entre os dois e quatro anos de idade. “Quanto mais cedo a criança recebe suporte, maior a chance de desenvolver habilidades sociais e de comunicação, melhorando significativamente sua qualidade de vida”, destacou.

A jornalista Carla Simões, mãe de Mariana, passou por esse processo. O diagnóstico da filha veio aos dois anos e três meses, após meses de investigação e buscas por informação. “Foi difícil, tudo muito novo. Tivemos que estudar muito, procurar bons profissionais. O começo é assustador, até você entender e aceitar”, conta.

Hoje, a maior dificuldade que enfrentam está na socialização. “Minha filha tem dificuldade de se inserir em grupos da mesma idade e sofre com isso”, diz. Carla também destaca que, embora haja avanços, as barreiras continuam. “É difícil conseguir atendimento, seja pelo plano, pelo setor público ou até mesmo particular. As terapias são caras e faltam profissionais preparados. Muitas escolas não têm estrutura ou capacitação”, completou.

Essa falta de estrutura também é sentida pela Associação Conquistense para Atendimento Especializado à Pessoa Autista (ACAEPA), que atende 94 pessoas com TEA. A instituição é mantida por pais e pela comunidade, sem apoio do poder público. Com 17 profissionais nas áreas de psicologia, psicopedagogia, fisioterapia, nutrição, musicalização e outras, a ACAEPA também cuida das famílias, oferecendo acolhimento e orientação.

Segundo a coordenadora Vitória Cida, que é mãe de uma criança com TEA, o maior desafio hoje é a educação. “Temos alunos fora da escola porque não há auxiliar de vida escolar. E ainda lidamos com profissionais que não querem se adaptar, dizem que ‘sempre ensinaram assim’. Mas os alunos mudaram, e o ensino também precisa mudar”, afirma.

Uma vivência adulta com o espectro

Para além da infância, o autismo também acompanha a pessoa durante toda a vida. Marcel Andrade, psicólogo de 43 anos que vive em Vitória da Conquista, considera sua trajetória positiva, com o apoio da família, mas relata desafios diários. “Sofro com questões sensoriais. No ônibus, por exemplo, escuto tudo com a mesma intensidade: vozes, motor, buzinas. Fico exausto. Em ambientes barulhentos, preciso usar abafadores para conseguir me concentrar”, compartilha.

Apesar disso, ele reconhece avanços na cidade. “Nos últimos anos, os serviços especializados aumentaram e as instituições de ensino estão tentando se adaptar. Na faculdade, tenho apoio do núcleo de psicologia e posso usar meus fones com redução de ruído durante as aulas”, destacou.

Demanda alta, estrutura limitada: quando o atendimento não alcança todos

Apesar dos avanços, a rede de apoio na cidade ainda não dá conta da demanda. A APAE de Vitória da Conquista, por exemplo, acompanha cerca de 200 pessoas com TEA e mantém uma equipe com mais de 40 profissionais entre psicólogos, neurologistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. Porém, mais de 300 pessoas aguardam na fila de espera. O acesso depende de avaliação e apresentação de laudo médico.

Já a ACAEPA é mantida exclusivamente pelos associados e atua com estrutura própria. “Faltam recursos, mas seguimos, com o apoio da comunidade, fazendo o melhor que podemos por essas famílias”, diz a coordenação.

A Prefeitura de Vitória da Conquista disponibiliza serviços voltados à pessoa com TEA, como a emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), realizada no Complexo de Saúde (Cemae), garantindo prioridade no atendimento e acesso a direitos específicos. Além disso, oferece Atendimento Educacional Especializado (AEE) em Salas de Recursos Multifuncionais com profissionais capacitados, atendendo mais de 1.100 alunos com TEA na rede municipal.

O CAPS Infantil e Adolescente (CAPS IA) proporciona terapias em grupo, estimulação sensorial, orientação às famílias e atendimento psicossocial. Também são realizadas Sessões Azuis nos cinemas da cidade, com sessões adaptadas com menor volume e iluminação mais baixa para pessoas autistas e suas famílias.

Em espaços privados a inclusão também está ganhando força. O Shopping Conquista Sul oferece abafadores de ruído gratuitos para autistas e pessoas com sensibilidade auditiva. O empréstimo pode ser feito nas farmácias Pague Menos e Indiana, mediante apresentação de laudo ou carteirinha. Já o Shopping Boulevard disponibiliza vagas exclusivas de estacionamento, Sessão Azul no cinema, abafadores de ruído e meia-entrada em eventos pagos.

A inclusão começa com empatia

Para Carla, mãe da pequena Mariana, a chave está no olhar. “A inclusão só vai acontecer de verdade quando houver empatia. Quando a gente se coloca no lugar do outro, entende o que não quer pra si  e, por isso, não faz com o outro.”

O psicólogo Bruno Aragão completa: “Garantir os direitos das pessoas com TEA é uma obrigação legal e social. Precisamos de políticas públicas, capacitação e, acima de tudo, escuta.”

Enquanto isso, em meio às barreiras, estão pais, mães, profissionais e pessoas autistas construindo, todos os dias, uma cidade mais consciente, inclusiva e humana. Vitória da Conquista ainda tem muito a avançar, principalmente no acesso a serviços e no preparo das instituições. Mas entre terapias, acolhimento, escuta e empatia, seguem surgindo caminhos reais de transformação.

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Vitória da Conquista reforça ações no Dia Mundial da Conscientização do Autismo; mais de mil pessoas com TEA recebem apoio no município 

Durante o mês de abril, ações serão desenvolvidas nos Centros de Atenção Psicossocial incluindo abordagens em grupos terapêuticos e oficinas temáticas.

Publicado em 01/04/2025 - às 17:40
Por Redação | Jornal Conquista

Nesta terça-feira (02), é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, data instituída pela ONU para incentivar reflexões e ações voltadas à inclusão das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A campanha deste ano, sob o tema “Celebrando a Neurodiversidade”, propõe um olhar mais amplo sobre a aceitação e a construção de ambientes que favoreçam o desenvolvimento e a autonomia de crianças, jovens e adultos autistas.

Em Vitória da Conquista, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reforça seu compromisso com essa causa por meio da Rede de Apoio Psicossocial, que oferece acompanhamento especializado nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps I e Caps II).

Atualmente, o Caps I atende 3.093 usuários ativos, dos quais 1.279 possuem diagnóstico de TEA. Já o Caps II, voltado ao público adulto, possui 3.100 usuários ativos, sendo 10% diagnosticados dentro do espectro.

Além do atendimento especializado, o município também emite a Carteirinha do Cadastro de Identificação de Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), que garante acesso prioritário a serviços públicos e direitos assegurados por lei. Atualmente, 1.036 cadastros já foram realizados, com expectativa de crescimento por meio das ações de conscientização ao longo do ano.

Durante o mês de abril, ações serão desenvolvidas nos serviços da rede, incluindo abordagens em grupos terapêuticos e oficinas temáticas sobre o TEA.

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Mãe registra boletim contra empresa de ônibus em Vitória da Conquista após filha autista ser impedida de embarcar

Caso ganhou repercussão após ser exibido no programa Bahia Meio Dia, da TV Sudoeste; entenda.

Publicado em 18/03/2025 - às 17:16
Por Redação | Jornal Conquista

Uma mãe denunciou um caso de desrespeito envolvendo sua filha autista de 9 anos dentro de um ônibus do transporte público de Vitória da Conquista. O caso ganhou repercussão após ser exibido no programa Bahia Meio Dia, da TV Sudoeste.

Jaqueline é mãe de dois filhos autistas e explicou que Cecília, além do autismo, possui outras condições, como bipolaridade, transtorno na fala e Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) severo. Segundo ela, a menina não conseguiu passar pela catraca, e a cobradora se recusou a aceitar a situação, dando início a uma discussão que terminou na delegacia.

O episódio ocorreu na semana passada, quando Jaqueline entrou no ônibus com a filha e informou à cobradora que a criança não poderia atravessar a catraca devido ao desconforto e agitação que o processo lhe causava. Apesar disso, a funcionária insistiu que era uma norma da empresa e que Cecília deveria passar pela catraca.

Durante a discussão, a menina desceu do ônibus, e Jaqueline permaneceu dentro do veículo. Em seguida, segundo a mãe, a cobradora teria ordenado ao motorista que seguisse viagem, mas ele se recusou ao perceber que a criança estava do lado de fora.

Diante da situação, Cecília teve uma crise e precisou ser acalmada. Jaqueline registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil, denunciou o caso ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público e contratou um advogado para buscar reparação por danos morais. “Vamos acionar tanto a empresa Atlântico quanto o município de Vitória da Conquista, tendo em vista que o ocorrido gerou constrangimento tanto para a criança quanto para a mãe”, afirmou Lucas da Cunha, advogado da família.

A delegada Rosilene Moreira confirmou que este foi o segundo caso na mesma semana envolvendo desrespeito a uma pessoa autista no transporte público da cidade, ambos relacionados à empresa Atlântico Transportes. “A gente teve outro registro também envolvendo uma criança portadora do TEA, e isso nos preocupa. O transporte público deve ser acompanhado e administrado por pessoas que têm responsabilidade e comprometimento. Isso será apurado”, declarou.

A psicóloga infantojuvenil Edmilla Arielle explicou que pessoas dentro do espectro autista podem apresentar resistência a estímulos como sons, cheiros e multidões. Segundo ela, “O espectro nada mais é do que a forma individual desse autista se comporta diante do mundo. Cada um tem sua subjetividade dentro do autismo”.

Em nota, a Prefeitura de Vitória da Conquista informou que está investigando o caso e afirmou que irá elaborar uma cartilha de ética para motoristas, cobradores e demais profissionais do transporte público. Além disso, solicitou às empresas do setor que promovam capacitação para seus funcionários em relações humanas e atendimento a pessoas com necessidades especiais.

A Associação das Empresas do Sistema de Transporte Coletivo Urbano de Vitória da Conquista (Atuv) esclareceu que a normatização da Prefeitura permite que pessoas com necessidades especiais embarquem pela porta do meio, mas manteve a exigência de que todos os outros passageiros passem pela catraca. Até o momento, a Atlântico Transportes não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.

Jaqueline espera que o caso sirva de alerta para evitar novos episódios semelhantes. “Isso não pode continuar acontecendo. Muitas mães passam por situações semelhantes, mas nem sempre conseguem denunciar”, afirmou.

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Lei garante prioridade de matrícula para alunos com TEA em Vitória da Conquista

A nova regulamentação oficializa uma prática já adotada pela Secretaria Municipal de Educação (Smed).

Publicado em 16/01/2025 - às 22:17
Por Redação | Jornal Conquista

Na última terça-feira (14) foi publicado no Diário Oficial do Município a Lei nº 2.971/2025, que fornece a alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) prioridade de matrícula em escolas municipais próximas às suas residências ou ao local de trabalho dos responsáveis. 

A nova regulamentação oficializa uma prática já adotada pela Secretaria Municipal de Educação (Smed) e visa assegurar maior inclusão no acesso à educação.

Para efetivar a matrícula, os pais ou responsáveis devem apresentar um comprovante de residência em Vitória da Conquista.

Além disso, a lei prevê que as escolas municipais adotem medidas específicas para garantir a permanência dos alunos com TEA, como adequações nos espaços físicos, promovendo um ambiente acolhedor e que respeite as necessidades individuais dos estudantes.

O tema foi discutido em um encontro entre o vereador Edivaldo Ferreira Júnior, autor do projeto de lei, e o secretário de Educação, Edgard Larry. O secretário destacou o compromisso da administração municipal com a inclusão. “Essa lei está alinhada com o governo da prefeita Sheila Lemos, que prioriza a inclusão em nossa educação municipal. Vamos trabalhar juntos para que, no próximo ano, tenhamos um período de matrículas que garanta maior acessibilidade para as pessoas com deficiência em nossa Rede Municipal”, afirmou.

O vereador Edivaldo Ferreira Júnior ressaltou que a lei será aperfeiçoada ao longo do ano letivo, com a possibilidade de ampliar as discussões para beneficiar outros estudantes com deficiência. “Foi uma conversa muito produtiva que trouxe novos horizontes para essa discussão. Embora o foco inicial fosse priorizar os alunos com TEA, percebemos a necessidade de ampliar a discussão para incluir outros portadores de deficiência”, concluiu.

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Centerplex de Vitória da Conquista realiza Sessão Azul adaptada para autistas

A sessão adapta a experiência cinematográfica para atender às necessidades de pessoas autistas.

Publicado em 17/05/2024 - às 18:19
Por Redação | Jornal Conquista

O Centerplex Cinemas de Vitória da Conquista vai realizar mais uma edição da Sessão Azul, uma iniciativa que adapta a experiência cinematográfica para atender às necessidades de pessoas autistas.

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PMVC inicia cadastro de identificação de pessoa com Transtorno do Espectro Autista

O cadastro garante prioridade e atenção completa em serviços públicos e privados.

Publicado em 19/04/2024 - às 16:01
Por Redação | Jornal Conquista

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) dará início ao cadastramento para emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA) a partir da próxima segunda-feira (22).

Esse procedimento visa assegurar atenção integral, pronto atendimento e prioridade nos serviços públicos e privados, especialmente nas áreas de saúde, educação e assistência social.

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Prefeitura de Vitória da Conquista fortalece políticas públicas para pessoas com TEA

Diversas medidas de apoio e conscientização estão sendo implantadas no município; Confira quais.

Publicado em 11/04/2024 - às 18:22
Por Redação | Jornal Conquista

Durante este mês de abril, a prefeitura de Vitória da Conquista irá implementar novas medidas de apoio e conscientização para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A partir do próximo dia 22, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), iniciará o atendimento para a criação da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA).

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Boulevard Shopping promove atividades em homenagem ao Mês de Conscientização do Autismo

Como parte dessas iniciativas, o shopping começou a disponibilizar abafadores de ruído, uma ferramenta essencial para muitas pessoas com TEA.

Publicado em 05/04/2024 - às 17:56
Por Redação | Jornal Conquista

Durante o mês de abril, o Boulevard Shopping está realizando diversas atividades sobre o Mês de Conscientização do Autismo. A ação tem o objetivo de promover um ambiente mais acessível e inclusivo para as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias.

Como parte dessas iniciativas, o shopping começou a disponibilizar abafadores de ruído, uma ferramenta essencial para muitas pessoas com TEA.

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Podcast Câmara Inclusiva falou sobre Política Públicas para o Autismo; assista

O foco da discussão foi o trabalho da instituição e as ações programadas para o Dia Mundial de Conscientização do Autismo.

Publicado em 03/04/2024 - às 17:22
Por Redação | Jornal Conquista

Na última segunda-feira (01), a jornalista Carla Simões conduziu o Podcast Câmara Inclusiva com a presença da fundadora da Associação Conquistense para Atendimento Especializado à Pessoa Autista (ACAEPA), Vitória Aparecida e de Ione Macedo, mãe de uma criança autista e participante ativa da associação.

O foco da discussão foi o trabalho da instituição e as ações programadas para o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, em 02 de abril. Durante a transmissão, Vitória compartilhou detalhes sobre a fundação e o funcionamento da ACAEPA, destacando os desafios enfrentados para atender às necessidades das famílias que buscam apoio.

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Adolescente neurodivergente é violentada dentro de condomínio em Vitória da Conquista

Em entrevista ao Bahia Meio Dia desta segunda (18), a delegada do caso explicou mais sobre a situação.

Publicado em 18/03/2024 - às 16:40
Por Redação | Jornal Conquista

No último domingo (17), uma adolescente de 15 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi violentada dentro do condomínio em que mora, localizado no bairro Felicia, em Vitória da Conquista.

O autor do ato infracional seria um outro adolescente de 14 anos. Segundo relatos, ambos estavam sozinhos no apartamento quando o incidente ocorreu e o zelador do residencial foi quem teria percebido a situação e acionado a Polícia.

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Prefeitura de Brumado é denunciada por negligência em atendimentos de crianças e adolescentes autistas

As denúncias foram feitas pelos pais e responsáveis dos pacientes.

Publicado em 05/04/2023 - às 17:09
Por Redação | Jornal Conquista

Na última segunda-feira (03), o Ministério Público Estadual, com apoio da promotora de Justiça, Daniela de Almeida, acionou a Prefeitura do município de Brumado – a 138 km de Vitória da Conquista – para que seja criado um plano para regularizar o atendimento multiprofissional de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras neurodiversidades. 

De acordo com o descrito na ação civil pública (ACP) movida pelo MP-BA, a partir de denúncias de pais e responsáveis, foi realizada uma investigação que constatou que o município estaria negligenciando os atendimentos necessários para os pacientes.

Na ação, foi exigida a contratação de profissionais suficientes para cumprir com as demandas necessárias prescritas para os pacientes, como neuropediatras, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Foi solicitado, também, o desenvolvimento de um programa de atendimento a crianças e adolescentes diagnosticados com autismo. O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) concedeu um prazo de 72h para que a prefeitura se manifestasse sobre os pedidos do MP.

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Conquista: Governo Municipal avalia doação de terreno para associação que atende pessoas com autismo

Além do autismo, a Acaepa recebe pessoas que apresentam diagnósticos de outros tipos de atipicidade, como paralisia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Transtorno de Oposição Desafiante (TOD).

Publicado em 02/03/2023 - às 11:14
Por Redação | Jornal Conquista

A prefeita Sheila Lemos recebeu nesta terça-feira (28), na Prefeitura da Zona Oeste, a ativista Vitória Araújo e a cirurgiã-dentista Verena Ribeiro, ambas representantes das chamadas “mães atípicas” – termo utilizado para se referir às mulheres que possuem filhos com alguma síndrome ou deficiência rara.

Durante o encontro, elas solicitaram à Prefeitura a doação de um terreno para a sede da Associação Conquistense para Atendimento Especializado à Pessoa Autista (Acaepa), entidade fundada há seis anos, que atende a 24 pessoas com idades entre três e 27 anos.

Além do autismo, a Acaepa recebe pessoas que apresentam diagnósticos de outros tipos de atipicidade, como paralisia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Transtorno de Oposição Desafiante (TOD). A instituição funciona na própria residência de Vitória, oferecendo atendimentos individuais e em grupo nas áreas de psicopedagogia e psicologia, além de oportunidades de interação, por meio da prática de judô.

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