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Chuvas provocam alagamentos e queda de muro em Vitória da Conquista; cidade segue em alerta amarelo

Segundo a Prefeitura, quatro ocorrências foram atendidas no último domingo (18), incluindo alagamentos em residências e queda de estruturas

Foto: Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista (PMVC)

15:04 Por Iasmin Oliveira Jornal Conquista

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As chuvas que atingiram Vitória da Conquista no último fim de semana provocaram alagamentos em residências e vias públicas, além do desabamento de um muro e da queda de uma placa comercial. Segundo a Prefeitura, a Defesa Civil recebeu quatro chamados no último domingo (18), relacionados aos impactos do mau tempo em diferentes pontos do município.

No loteamento Vila Elisa, duas residências foram atingidas pela água, e equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social, Habitação Social e Direitos Humanos (SASHDS) estiveram no local para prestar assistência às famílias afetadas.

Outros dois chamados foram registrados no bairro Urbis VI. Em uma das ocorrências, o muro de uma residência desabou devido a problemas relacionados à construção. Na outra, não foram identificados danos ou riscos à estrutura do imóvel.

Na região da Lagoa das Flores, o acúmulo de água alagou ruas do assentamento Fazenda Paixão, dificultando a passagem de veículos e pedestres. Já na Avenida Laudiceia Gusmão, uma placa de estabelecimento comercial caiu em decorrência dos ventos e foi removida pela própria população.

Além das ocorrências registradas, a cidade permanece sob alerta amarelo para chuvas intensas, emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com validade até as 23h59 desta terça-feira (20).

Volumes de chuva registrados na cidade e na zona rural

Os dados da Coordenação Municipal de Defesa Civil (Compdec), atualizados às 8h do último domingo (18), apontaram uma média de 17,42 milímetros de chuva em 12 horas, considerando os pluviômetros instalados em cinco pontos da zona urbana.

O maior volume no período foi registrado no bairro Bruno Bacelar, com 25,59 mm, seguido pelo Centro, com 22,65 mm, e pelo Recreio, com 22,28 mm.

Já os dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), referentes ao período de 16 a 18 de outubro e atualizados às 8h de domingo (18), indicaram uma média de 18,29 mm acumulados em 24 horas nos cinco pontos de monitoramento.

O maior acumulado foi registrado no bairro Bruno Bacelar, com 29,54 mm, seguido pelo Recreio, com 22,48 mm, e pelo Centro, com 22,65 mm.

Considerando o acumulado em 72 horas, o maior índice foi registrado no Recreio, com 31,15 mm. No mesmo intervalo, os pluviômetros do Bruno Bacelar marcaram 29,54 mm, enquanto o da Patagônia registrou 28,40 mm.

Na zona rural, dados do Cemaden apontaram os seguintes volumes de chuva acumulados nas 24 horas anteriores:

  • Cabeceira do Jiboia: 45 mm;
  • Inhobim: 30 mm;
  • José Gonçalves: 25 mm;
  • Bate-Pé: 18 mm.

De acordo com o governo municipal, a Defesa Civil e o Comitê de Gerenciamento de Crise seguem acompanhando as condições meteorológicas e as áreas afetadas pelas chuvas.

Orientações durante o período de chuva

Durante o alerta amarelo, o Inmet recomenda evitar abrigos sob árvores durante rajadas de vento e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda. Também orienta a população a evitar o uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada.

Além disso, é importante evitar atravessar ruas alagadas e manter distância de muros, árvores e outras estruturas que apresentem sinais de instabilidade.

Em caso de emergência, a população pode adicionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou via WhatsApp pelo número (77) 98856-5070. O sistema está disponível 24 horas por dia. O Corpo de Bombeiros também está disponível pelo número 193.

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