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Câmara de Vitória da Conquista cobra autoridades sobre ausência de voos diários para Salvador

Audiência pública reuniu parlamentares, autoridades e membros da sociedade civil para discutir o impacto das altas tarifas e falta de conexões aéreas na região.

Publicado em 26/08/2025 - às 16:05
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Reprodução | Wikipedia.

Na última sexta-feira (22), a Câmara Municipal realizou uma audiência pública para debater a situação da malha aérea e dos voos regionais, com foco na ausência de voos diários entre Vitória da Conquista e Salvador e nos altos preços das passagens.

Segundo um requerimento apresentado pelo vereador Edivaldo Ferreira Júnior (PSDB), o valor médio de uma passagem de ida e volta entre Vitória da Conquista e Salvador chega a R$ 2.621,48 em datas regulares, podendo alcançar até R$ 6 mil em casos de compra emergencial. O documento tem como objetivo obter esclarecimentos de autoridades e companhias áreas sobre a situação.

A prefeita Sheila Lemos destacou os prejuízos ao desenvolvimento econômico e social do município, apontando que a cidade possui hoje metade da quantidade de voos que tinha em 2019 e poucas companhias operando. Segundo ela, a situação afeta não apenas o turismo, mas também a possibilidade de atrair novas empresas, além da geração de empregos para a região Sudoeste da Bahia e norte de Minas Gerais.

“Para o país crescer é necessário uma indústria forte, empresas fortes, e para isso é necessário um investimento forte em toda a infraestrutura de transportes. Precisamos de mais atenção dos setores responsáveis para melhor integrar Conquista e região a todo o país”, afirmou a prefeita.

O deputado federal Leo Prates (PDT) destacou que, embora o Aeroporto Glauber Rocha seja moderno e equipado para receber voos nacionais, ele não está sendo utilizado de forma adequada. A redução dos voos diretos para Salvador obriga passageiros a realizar conexões em São Paulo, elevando custos e prolongando o tempo de viagem.

O debate contou com a participação da prefeita Sheila Lemos, de parlamentares, representantes da sociedade civil e da Comissão de Viação e Transportes. No requerimento, Edivaldo Ferreira Júnior apresentou uma série de perguntas destinadas às autoridades responsáveis, como o Ministério do Turismo, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o Governo da Bahia e a empresa Azul Linhas Áreas.

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