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Homem condenado por chacina é preso pela Polícia Civil em Maracás

As investigações constataram que ele realizou cirurgias plásticas para alterar a aparência e usava documentos falsos.

Publicado em 10/07/2024 - às 17:44
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Samory Pereira Santos/Wikimedia Commons

Um homem de 65 anos, condenado a 22 anos de prisão por homicídio em Alagoas, foi preso nesta terça-feira (09) em Maracás, no sudoeste da Bahia. A prisão foi feita durante operação conjunta da Polícia Civil da Bahia.

O homem era considerado foragido da Justiça alagoana desde 2002, quando foi condenado pela morte de Luiz Antônio Monteiro Torres.

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Advogado que se passava por juiz é preso em Vitória da Conquista

O suspeito fingia ser Juiz de Direito do Estado de Goiás no Oeste da Bahia para obter benefícios.

Publicado em 04/04/2024 - às 15:01
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Reprodução / Ascom (Polícia Civil)

Na manhã desta quinta-feira (04), por volta das 09h, a 77ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) realizou uma operação para localizar e prender um advogado que estava se passando por um falso Juiz de Direito do Estado de Goiás no Oeste da Bahia.

O homem, de 31 anos de idade, vinha fingindo ser um juiz para obter benefícios, chegando até mesmo a receber diversas homenagens em sua cidade de origem.

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Clínica onde falsa médica atuava em Conquista publica nota de esclarecimento

A unidade de pediatria da clínica se dispôs para oferecer apoio e acompanhamento aos pacientes atendidos pela criminosa.

Publicado em 13/11/2023 - às 18:17
Por Redação | Jornal Conquista
Foto: Bahia Meio Dia.

Na última quinta-feira (09), uma enfermeira que se passava por médica foi presa em flagrante durante um atendimento pediátrico em Vitória da Conquista. A prisão aconteceu por meio da Operação Hipócrates, que investiga Leiliana pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documento público.

A Operação foi desencadeada após uma denúncia do Conselho Regional de Medicina (CREMEB) há cerca de um mês. De acordo com informações, a mulher atuava utilizando o registro de outra profissional devidamente cadastrada para exercer a pediatria. A falsa médica realizou aproximadamente 70 consultas, cada uma no valor de R$ 245,00. Seus atendimentos ocorriam em uma clínica particular dentro de um shopping da cidade.

A suspeita é, na verdade, enfermeira formada em Jequié. Em agosto deste ano, ela já havia sido presa em Tanhaçu pelos mesmos crimes. As investigações indicaram que ela falsificou um diploma, um RG e a carteira do CREMEB de outra profissional e, com esses documentos fraudulentos, buscou contratos em diversos hospitais e clínicas da região, obtendo sucesso em alguns casos.

Após a prisão, a mulher foi encaminhada para o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) e, posteriormente, para o Presídio. As investigações continuam em andamento e pretendem identificar possíveis cúmplices e esclarecer completamente o caso.

A clínica onde ela atuava emitiu uma nota afirmando seguir rigorosos parâmetros de avaliação e validação de documentos junto aos conselhos regional e federal de medicina. A unidade de pediatria da clínica se dispôs, ainda, para oferecer apoio e acompanhamento aos pacientes atendidos pela criminosa.

Confira a nota na íntegra:

A Clínica Saúde Center, em razão do ocorrido na última sexta-feira (10/11), envolvendo a Operação Hipócrates, informa à sociedade e, em especial, aos pacientes atendidos neste contexto, que a contratação dos profissionais de saúde é feita segundo cuidadoso parâmetro de avaliação e validação junto ao CFM – CREMEB da documentação apresentada, assim como é pautada por entrevista a quem se candidata, cautelas que foram adotadas na admissão de profissional a quem se atribui, em investigação policial, a prática de estelionato, falsidade de documento público e falsa identidade.

Em respeito aos nossos pacientes e em cumprimento da missão de cuidar da saúde, a pediatria da clínica se coloca à disposição e já está oferecendo suporte àqueles que foram atendidos por quem se passou por profissional habilitado ao serviço, habilitação que a investigação policial demonstrou não existir.

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